Diary

2009 Novembro 20
por segueoseco

Melhor coisa do fim do ano é ter que escolher agenda nova. Adoro! Diria até que me deixa feliz no meio desse stress todo de Natal, ano-novo, festas, despedidas, promessas e solicitude passageiras…

Só me revolta ver como é tão mais caro comprar essas coisas fofas por aqui. Mais do que o dobro do preço lá de cima. Fora que não tem o catálogo todo disponível. Injusto, como o fim do ano!

 

Para esperar o filme do Tim Burton...

Mais Alice, na versão small...

The Muppets, para lembrar a infância...

Gato Amy. Me dá de presente?!

Organizado?

2009 Novembro 19
por segueoseco

Sábado, calorão, descompromisso, pode ser o último jogo do São Paulo no Morumbi, vamos no jogo?! A proposta foi de um anti-são-paulino, com o perdão da palavra. Como boa são-paulina que adora estádio, topei. Eram quase 17h e a partida começava às 19h30. Não é tão longe, então vamos correndo!

Vê na internet se ainda tem ingresso – internet não tem informação. Manda mensagem pra rádio pra ver se ainda tem entrada. Liga pro tio, pro primo, pro assessor do time… Sim, ainda tem entradas para os lugares mais caros. Quem sabe não conseguimos arquibancada com cambista? E lá vamos nós…

Cheguei ao Morumbi antes das 18h. Ele desceu do carro para comprar os ingressos, fui tentar parar o carro. Graças por ser menina sozinha e os flanelinhas não sentarem em cima do capô do carro para implorar por R$ 20 para deixar o carro lá… Estacionei perto da Praça Vinícius de Moraes, a poucos quarteirões do estádio.

“Tá parecendo jogo de libertadores”, pensei. Fazia tempo que não via tanta gente por lá, nem nos clássicos contra Palmeiras e Corinthians, quando calmamente comprei os ingressos pela internet.

Comprei duas latinhas de cerveja por R$5, na subida da Giovanni. Ele comprou duas entradas para a arquibancada azul, R$50 cada, com uma cambista que disse só ter uma, mas que arrumava outra fácil.

Pronto, em pouco mais de uma hora conseguimos as entradas, parar o carro, chegar bem antes no Morumbi e ainda ficar na arquibancada! Agora era o mais fácil, ir até o Portão 6, passar pela catraca  – torcendo para o ingresso não ser falso – andar até a arquibancada e torcer!

Congestionamento de gente na frente do Portão 5

Na frente do Portão 5, tudo travou. Não ia pra frente, pra trás, pros lados. Fiquei preocupada com a havaiana do acompanhante – brilhante a idéia de ir de chinelo no estádio: conforto nesse calorão… -, com a bolsa. Respirei fundo, olhei para trás com cara de “droga, vamos ter que esperar uns segundos…” Começou o empurra-empurra. Tinham muitas crianças com pais, bebês, pré-adolescentes. Muito marmanjo da Independente. Tudo misturado.

Olhei pro lado, vi uma viatura da PM e perguntei ao policial o que estava acontecendo. “Demoraram para abrir os portões”, ouvi. “Ninguém tá conseguindo entrar”.

No meio do povão, um carro. Tinha ônibus querendo subir, van querendo descer. Sabem o caos, então! Em poucos minutos o empurra-empurra virou desespero. A PM passou a deixar quem estava com criança a esperar atrás das viaturas. Num calorão daquele teve gente que começou a passar mal. E gente que, como eu, passou a pensar alto que deveria é ter ficado em casa. E como ele, pensando alto que o melhor seria ter gastado R$ 100 para assistir ao jogo num bar e tomar cerveja!

Ouvi uma menina dizendo que era a primeira vez que ela ia ao estádio e que não voltaria nunca mais. Uma outra pedindo para a PM para passar por trás das viaturas porque estava saindo do trabalho e só queria chegar ao ponto de ônibus. Quase tomei um chute na região do quadril de um pai chiliquento que queria passar com o filho. E, vejam bem, a cidadã aqui tinha pedido minutos antes para o policial deixar o pai da minha frente e a filha esperarem no recuo que tinha se formado entre a viatura da PM e os terrenos em frente ao Morumbi.

Escutei também muita gente criticando a PM. Sou a primeira a criticar a polícia de São Paulo nessas situações. Mas devo confessar que os caras tavam segurando o rojão na mão. A CET não dava nem sinal de vida e o caos só aumentava. A maioria dizia que aquilo era um absurdo e, ria de lado, “como é que querem a Copa aqui desse jeito?”

Às 19h42 a fila para a arquibancada azul ainda era imensa.

19h30 e nada de chegar perto do Portão 6. Passei a ouvir o jogo pelo rádio. Esperamos o povo entrar. Torcia do lado de fora. Conseguimos andar mais um pouco e chegar perto do portão, que fica na Av. Jules Rimet. Ironicamente o logo da Copa 2014 estava aceso na entrada da pizzaria que tem no Portão 5 – espero que ela ainda funcione! A cavalaria da PM estava bem em frente ao portão. Mais duas latinhas de cerveja por R$5. “Olha a menininha passando a mão na cabeça do cavalo!”… E já se foram 30 minutos de jogo. E finalmente conseguimos entrar! Os ingressos não tiveram que passar pelo leitor eletrônico da catraca, então não sei se eram falsos ou não…

Com 1,61 fica super fácil avistar o gramado!

As arquibancadas estavam completamente lotadas. Todas. A organização abriu os portões entre a azul e a laranja, mas fugi da Independente. Fui até a amarela e nada de conseguir ver um fio de gramado… Esperamos o intervalo. Nesse meio tempo, conversando com PMs, sondamos sobre a estimativa de público feita pela polícia.

- Tá cheio, né?!

- Ô…

A organização diz que foram pouco mais de 53.204, mais duas centenas de não-pagantes. Na conversa informal chegamos a cerca de 70 mil pessoas. Na arquibancada, várias pessoas diziam que estava tão lotado quanto os jogos de Libertadores, que tinham vendido mais ingresso do que o anunciado.

Finalmente, o gramado! Foram só 45 minutos, mas não me arrependo...

Finalmente, o gramado!

Por causa do intervalo, consegui achar um lugar. Muita gente foi embora no intervalo. Outros vários reclamaram da organização. Mas ao menos o São Paulo ganhou. Sem otimismos exagerados de gritar antes da hora… E a Copa aqui desse jeito?!

Surpresas

2009 Novembro 18
por segueoseco

Ney no estilo banquinho comportado. Câmera ruim, perdón!

Domingo fui surpreendida com entradas para o show do Ney Matogrosso. Incrível como é hipnotizante, delicioso. É dos cantores que posso ouvir diariamente e não canso. Completo, consegue juntar shows totalmente performáticos, como o Inclassificáveis, com apresentações mais leves, como essa do Beijo Bandido – num esquema meio banquinho e violão. Interpretações de arrepiar. Álbum doído, dizem. Tão perfeito que consegue se superar até interpretando Roberto Carlos. Amo.

Pochoclo

2009 Novembro 13
por segueoseco

A propaganda de carros mais legal dos últimos tempos deve ter sido também o trabalho mais divertido de se fazer da produtora…

(via @msoares)

Silence is golden

2009 Novembro 12
por segueoseco